Pastores da universal vão a julgamento por estuprar e queimar garoto ainda vivo


A 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva serão submetidos a um juri popular sob a acusação de terem queimado vivo em 2001 Lucas Terra, de 14 anos.
Os pastores então estavam na Igreja Universal.

O advogado da família Terra afirma que os pastores mataram o menino porque o garoto viu os dois em relação homossexual dentro de um templo da Universal de Salvador (BA).

Os pastores teriam violentado Lucas, colocando-o, depois, dentro de uma caixa de madeira e queimando-a.

O processo judicial se arrasta por causa dos recursos aos quais os pastores têm recorrido, aumento o sofrimento da família de Lucas. Seu pai morreu em fevereiro de 2019.

Em novembro de 2018, o ministro Ricardo Lewandowsky, do STF, monocraticamente anulou o processo alegando falta de provas.

O Ministério Público recorreu e agora, por quatro votos contra um de Lewandowsky, a 2ª Turma decidiu que o caso deve ser levado a juri popular, cuja data ainda não foi marcada.

A TV Globo apresentou em 2006 o caso de Lucas no programa policial Linha Direta [vídeo abaixo], contra o qual a Igreja Universal entrou com vários recursos judiciais, sem conseguir tirá-lo do ar.


Com informação do STF e deste site.

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