Padre causa polemica após pedir para "filha de Santo" da umbanda se retirar da fila da comunhão - Front catolico

Padre causa polemica após pedir para "filha de Santo" da umbanda se retirar da fila da comunhão






Um caso te gerado repercussão nas redes sociais,uma "filha de santo" da religião umbanda,acusa uma padre de intolerância religiosa após o o sacerdote pedir para que ela se retirasse da fila da sagrada comunhão,nota se que foi fácil para o padre identificar que se tratava de uma filha de santo pois a mesma estava vestida com roupas típicas da sua função na umbanda,assista a reportagem abaixo e depois vejam o que diz a igreja, para ver se o padre agiu de maneira errada ou não





 VEJAM O QUE DIZ A IGREJA

A Eucaristia é a suprema demonstração de amor de Deus por nós, que se faz presença no meio de nós sob o véu deste sublime sacramento. Em diversos documentos a Santa Igreja nos orienta sobre como zelar pelo Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.


O cânon 915 estabelece textualmente que “não devem ser admitidos à Sagrada Comunhão os excomungados e os interditados após a imposição ou declaração da pena, e aqueles que obstinadamente persistam num manifesto pecado grave”. 


O cumprimento desta norma legal provoca debates e até ira na mídia e nos inimigos da Igreja. Também não é bem aceito por religiosos, padres e até bispos da linha “progressista” ou amigos de governos de esquerda, que arguem por vezes um falso senso de caridade ou de misericórdia.


A doutrina genuína da Igreja responde que negar a Eucaristia àqueles que estão em pecado grave é autêntica caridade, pois impede que o pecador público pratique um sacrilégio merecedor da perdição eterna.
Além do mais, afasta o povo cristão do escândalo.


Vaticano

No Vaticano, o Cardeal Raymond Leo Burke, ex-Prefeito da Signatura Apostólica – máximo órgão de Justiça, comparável ao Supremo Tribunal Federal – também sublinha que negar a Comunhão em tais casos é um ato de “caridade pastoral” pelas razoes expostas.
Este cânon era outrora universalmente respeitado, inclusive pelos anticatólicos. Porém, aplicá-lo hoje virou um ato de coragem para bispos e sacerdotes, os quais sofrem até ameaças de destituição do cargo por grupos exaltados ou outros eclesiásticos “progressistas”; são também alvo de pressões políticas da parte de elementos mancomunados com a subversão no seio da Igreja.


Por isso são poucos que seguem a doutrina neste ponto. Mas os que agem corretamente neste ponto são verdadeiros ministros de Jesus Cristo, cheios de amor pelo seu Santíssimo Corpo e pela salvação das almas. E apontam a verdadeira estrada do futuro da Igreja.
Fonte: LifeSiteNews via IPCO


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