Pastoral da Juventude muda azul do Brasil no manto de Nossa Senhora por vermelho comunista - Front catolico

Pastoral da Juventude muda azul do Brasil no manto de Nossa Senhora por vermelho comunista





A imagem é d da Pastoral da Juventude de Eunápolis – BA.
manto de Nossa Senhora Aparecida foi ofertado a ela em 1888 pela Princesa Isabel, em sua segunda visita ao Santuário. A cor azul do manto de Nossa Senhora Aparecidasimboliza o céu. Os bordados em dourado que adornam o mantosimbolizam a realeza e nos lembram que Nossa Senhora Aparecida é Rainha do Céu e da terra.
DESDE O DIA 31/8/016, data do impedimento de Dilma Roussef, a página oficial da “Pastoral da Juventude – CNBB” na internet ostenta um longo e revoltado artigo, que de maneira 100% tendenciosa trata do suposto “golpe” que a ex-“presidenta” – eterna perseguida e injustiçada pela malvada “elite opressora” –

teria sofrido da parte dos traidores da Pátria que não admitem as inestimáveis conquistas sociais possibilitadas exclusivamente pelo (idolatrado, salve-salve) governo do PT.
Não adianta, não adianta tentar explicar a essa gente que não há “golpe” nenhum, porque tudo o que foi feito obedeceu, do princípio ao fim, total e completamente, à Constituição Democrática do Brasil, que prevê a condenação do Presidente da República pela prática de crime de responsabilidade (proferida com votos de dois terços dos membros do Senado Federal, em votação nominal aberta), o que acarreta a perda do cargo com a inabilitação por oito anos para exercício de funções públicas, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis (Const. Federal, art. 52, parágrafo único)1.
Não adianta explicar, não adianta mostrar a simples realidade dos fatos, não adianta provar e demonstrar por A + B que não houve “golpe”, porque como bons comunistas militantes – marxistas, leninistas e gramscistas que são – a verdade para eles simplesmente não importa. Só importa a Causa, o Partido, a busca da realização do utópico sonho socialista e a conquista do poder a qualquer custo.
O longo texto do referido website, eivado de citações bíblicas deturpadas e com sentido invertido, termina com a seguinte promessa: “Não nos calaremos!”. 


Sim, disso não temos nenhuma dúvida. Eles torrarão a paciência do legítimo Presidente Temer e de cada cidadão de bem deste país, torcendo para que tudo dê errado neste final de mandato (e para tanto fazendo tudo o que lhes for possível, seja lícita ou ilicitamente) até o último suspiro de vida, chorando incansavelmente as mesmas e manjadas mágoas dos já velhos doutrinadores esquerdistas desgraçadamente infiltrados na Igreja de Cristo – qual joio arraigado no meio do bom trigo, que procura incansavelmente fazer com que o próprio gérmen se corrompa, para que depois a planta cresça torta.
Somos filhos e filhas da revolução do amor e da comunhão evangélica das Comunidades Eclesiais de Base e da Teologia da Libertação.
(Trecho do ‘Manifesto da Pastoral da Juventude Nacional contra o golpe parlamentar no Brasil’)
O “detalhe” é que a tal “‘teologia’ da libertação” (que de Teologia não tem absolutamente nada) desde que existe foi condenada diversas vezes pelos últimos Papas, e condenada, com toda a clareza, como heresia. O papa Bento XVI, então Cardeal Ratzinger, em seu primoroso artigo “Eu vos explico a teologia da libertação” chamou-a de “heresia singular”, por seu caráter singularmente nocivo, e classificou-a como a pior de todas as heresias que já existiram, por negar não apenas um ou alguns dogmas da Igreja, mas todos eles e o edifício da fé cristã como um todo. 
ATENÇÃO, JOVENS: A “TEOLOGIA” DA LIBERTAÇÃO É HERESIA! A PIOR DAS HERESIAS!
Então, a pergunta que não quer calar é: como é que uma “pastoral” da Igreja pode se declarar assim, abertamente, a favor de uma gravíssima heresia??
Mas isso não é o pior. Não, de modo algum. A ideologia esquerdista que domina a PJ é só mais um problema que existe no seio da Igreja. É como uma doença, um vírus que quer infectar o Corpo de Cristo hoje, assim como existiram tantos outros vírus em tempos passados, desde os

primeiros séculos. De fato, já nos últimos livros do Novo Testamento se percebe a preocupação nascente pela preservação da ortodoxia da fé. Foi sempre fundamental preservar a autenticidade da Sã Doutrina, garantir que a Igreja se manteria realmente como Fiel Depositária das Boas Novas (euaggelion ou evangelion) trazidas pelo Cristo, pois já surgiam aqui e ali pessoas “ensinando outras doutrinas” (heterodidaskaloi em 1Tm 1,3; 6,3), “falsos doutores” e “falsos profetas” (pseudodidaskaloi em 2Pd 2,1; 1Jo 4,1).
Todavia os ministros da Igreja exerciam, como exerceram sempre, a missão de “vigiar” e “supervisionar” (episkope e episkopos, que é a raiz de ‘episcopado’) para manter a comunidade unida, por um só Batismo, na mesma e verdadeira Fé em um só Senhor, conservando-a espiritualmente “sadia” perante Deus (Tt 1,13). Praticava-se essa vigilância pela conservação do Paratheke (em 1Tm 6,20, o Depósito das verdades sagradas) transmitido desde o Evento fundador: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Resumindo, o fato é que logo que existiu a Igreja, existiram também as heresias. Sempre houve aqueles que quiseram “reinterpretar” ao seu próprio modo os ensinamentos do Salvador, e/ou pretenderam-se descobridores do “verdadeiro” sentido das palavras do Mestre, que só eles compreendiam. Não raro, esses movimentos surgiram no seio da própria Igreja.
Portanto, não é o fato de existir o problema que nos injuria. Tais infidelidades são esperadas no caminhar da Igreja, e todos nós fomos, muitas vezes, profeticamente advertidos de que seria assim. O inadmissível é que se difundam heresias aberta e “oficialmente”, com o título de “pastoral da Igreja Católica” – e pastoral dirigida aos jovens, futuro da Nação – com emblema de conferência episcopal e tudo.
E o pior – ainda pior – é que não sejam advertidos, que não recebam nenhuma reprimenda da parte da alta hierarquia da Igreja. Este sim, é o maior de todos os absurdos. Isto é simplesmente inaceitável! Por essas e outras é que muita gente vem perdendo o respeito por alguns (ou muitos, infelizmente) bispos e arcebispos por aí (não acabamos de ver que deveriam ser exatamente os bispos os responsáveis por vigiar e zelar para que tais aberrações não ocorram?), e os mais radicais até mesmo pelo Papa. Como é que se admitem tais posicionamentos explicitamente político-partidários,

revolucionários, anticristãos e anticatólicos dentro da Igreja Católica? Insistimos que não se trata de algo disfarçado ou oculto, mas declarado! Onde estão os nossos pastores, que não enxergam tantas ovelhas sendo desviadas do redil?
Henrique Sebastião
* * *
Em tempo: convém lembrar que, no passado recente, diversas manifestações bem mais singelas de católicos contra candidatos do PT, PC do B e aliados (pela justa razão de o seu programa de governo prever a legalização do aborto em nosso país) foram reprimidas pelo “alto clero”, e seus responsáveis advertidos e punidos, como aconteceu com Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, então bispo de Guarulhos, durante as eleições de 2010.
__________
1. Conf. HUMBERT, Georges. Portal JusBrasil, disp. em:
http://georgeshumbert.jusbrasil.com.br/artigos/255273833/por-que-o-impeachment-nao-e-golpe
Acesso 1/9/016


0 comentários via Blogger
comentários via Facebook

Footer

Tecnologia do Blogger.