Padre é amarrado e ameaçado em assalto em SP: 'Muito triste' - Front catolico

Padre é amarrado e ameaçado em assalto em SP: 'Muito triste'





Um padre e uma cozinheira foram amarrados e ameaçados por uma quadrilha armada que assaltou a Paróquia Nossa Senhora das Graças, na manhã desta terça-feira (4), em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Os criminosos fugiram levando joias, além de R$ 6 mil e US$ 4 mil.


O padre Joseph Thomas estava celebrando a missa na igreja quando dois homens invadiram a casa paroquial, por volta das 8h. Outros dois homens ficaram do lado de fora para dar cobertura aos assaltantes. Eles arrebentaram uma das portas e renderam a cozinheira da paróquia. Ela foi amarrada, jogada no chão e ameaçada pelos criminosos.
“Quando terminou a missa, eu subi para a casa paroquial. Eles colocaram a arma na minha cabeça, me levaram para a sala, me amarraram e mandaram eu me deitar no chão. Eles ainda me ameaçaram, disseram que se eu chamasse a polícia, eles voltavam para me matar”, conta o padre. 


Segundo o religioso, a dupla revirou a casa paroquial atrás de bens e dinheiro. Eles roubaram um anel, uma corrente de ouro e um relógio, além de R$ 6 mil e US$ 4 mil. De acordo com o padre, o valor em reais foi arrecadado durante eventos da igreja e seria utilizado para comprar materiais para a festa junina. Já os dólares seriam destinados a uma viagem do padre à Índia, sua terra natal.


Antes de sair da paróquia, o padre diz que os criminosos trocaram de roupa e fugiram em um carro que já os aguardava em frente ao local. O padre ainda conseguiu se soltar, socorrer a cozinheira e pedir ajuda aos fiéis na igreja, mas os assaltantes já tinham fugido.
As câmeras de monitoramento da paróquia registraram a movimentação da quadrilha e as imagens podem auxiliar a Polícia Civil a encontrar os autores do roubo. (Veja o vídeo acima)


Já o padre diz que nunca tinha sido vítima de um assalto, ainda mais dentro da paróquia, considerada um local sagrado por muitas pessoas. “Minha vontade era fugir daqui o mais rápido possível. Fico muito triste com isso. Eu faço tudo para essa gente. Estou na paróquia há 25 anos e é a primeira vez que isso aconteceu”, fala.

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