Globo celebra criança de 11 anos que é "agênera" e que quer ser drag queen - Front catolico

Globo celebra criança de 11 anos que é "agênera" e que quer ser drag queen







Através de suas novelas, diversos programas e influenciadores de opinião, convenceram de modo engenhoso a maior parte da população brasileira a rejeitar os ensinamentos da fé cristã e a acolherem como algo bom a pauta revolucionária, como por exemplo a não geração ou a diminuição dos filhos, o que justificaria a alegre aceitação e uso dos contraceptivos artificiais como a pílula, camisinha esterilização e mesmo o aborto.

Foi por obra e desgraça da Rede Globo, que o divórcio entrou em nossa legislação; que as pessoas passaram a aceitar como normal a prática homossexual; a verem como possível as muitas outras “formas de família”


Mas hoje o Jornal "O Globo" ultrapassou todos os limites da descendência e da moralidade em uma reportagem absurda,o dito jornal exaltou uma mãe que está ajudando seu filho "agenêro" a se transformar em uma drag Queen,desde de quando uma criança de 11 anos tem capacidade de decidir essas coisas? O jornal usou como desculpa o dia de combate à LGBTfobia.

Veja a reportagem retirada do jornal o Globo íntegra logo abaixo:




'No final, todas esperam que seu filho possa ser feliz', diz mãe de criança agênera de 11 anos

No dia contra a LGBTfobia, a grafiteira Rafaela Monteiro conta que não conseguiu criar mural em homenagem ao filho por preconceito





RIO — "Eu tenho medo todos os dias. Tenho preocupação, como todas as mães." É dessa maneira que a artista Rafaela Monteiro, conhecida por RafaMon, define sua apreensão por ser mãe de uma criança agênera, de 11 anos, que tem o sonho de ser drag queen. No dia de combate à LGBTfobia, RafaMon, responsável por vários grafites de temática LGBT espalhados pelo Rio de Janeiro, pretendia ainda colocar em prática o desenho que fez em homenagem ao filho, mas não conseguiu nenhum espaço disponível por "preconceito dos donos dos locais".
O grafite preparado mostrava a própria artista abraçada ao filho Davi, enquanto eles seguram uma bandeira com as cores que remetem ao movimento LGBTI. Acima de suas cabeças, ela escreveu a palavra "orgulho". RafaMon conta que, apesar de ter conseguido apoio financeiro, o mural só não saiu na data comemorativa porque todos os lugares disponíveis "não queriam algo relacionado com a luta LGBTI".



Mural que a artista Rafaela Monteiro preparou em homenagem ao filho de 11 anos, que se considera agênero ACERVO PESSOAL

— Cheguei a oferecer R$ 4mil para um dos donos do espaço e mesmo assim ele não quis. Perguntavam para mim se "era coisa de gay" — disse a artista. — E eu achava que o mais difícil já tinha conseguido, que era o dinheiro.
Davi Monteiro, filho da artista e figura principal do grafite, tem uma conta no Instagram, gerenciada pela mãe, onde posta fotos. Com 11 anos, a mãe considera o menino "muito evoluído" e diz que ele a ensina todos os dias sobre o movimento LGBTI.

— Uma vez eu estava em uma palestra e falei que tinha um filho de 11 anos que era gay. Após o evento, ele me corrigiu e disse que não poderia ser gay, pois ele era agênero — disse a mãe. — Ele me falou: "eu só gosto é de meninos".
A artista disse que sempre soube que o filho era 'diferente', mas que isso só se confirmou após uma viagem ao México, em que eles, por acaso, se hospedaram próximo ao local destinado à parada gay na capital do país. Ela conta que, na época, percebeu como o desfile mexeu com o filho, e que só depois descobriu que ele já acessava canais no Youtube que explicavam questões de gênero e sexualidade.
— Já no Brasil, Davi me falou que queria trocar algumas roupas que ele não usava mais por algumas novas. Fomos ao shopping e ele logo foi para a área feminina. Perguntei se ele iria usar aquilo e ele me respondeu na mesma hora: "roupa não tem gênero — contou a artista.


No dia contra a LGBTFobia, a grafiteira Rafaela Monteiro conta que não conseguiu criar mural em homenagem ao filho por preconceito dos donos dos locais ACERVO PESSOAL

Para a família, não foi nenhuma surpresa quando Davi disse gostar de garotos e ter o sonho de ser drag queen. A mãe conta que ele nunca se interessou por brinquedos de meninos, futebol e luta. Quando pequeno, chegou a colocá-lo no Jiu-jitsu, mas não durou muito tempo. Segundo ela, o pai também não ficou nem um pouco perplexo
— A gente já sabia né, Rafa? — diz o pai. Depois de fazer um curso de "maquiagem drag", Davi se prepara para um curso mais tradicional, bancado pelo pai.
'Não tenho vergonha dos outros não, mãe'
Na escola, ele é adorado por alunos e professores. A mãe conta que Davi usa o banheiro feminino, mas já falou com o filho para conversar com a escola sobre a criação de um banheiro para crianças trans. "Vou adorar! Imagina, um banheiro só pra mim?", disse à mãe.
Um dia, após o colégio, Davi chegou chorando em casa e foi para o seu quarto. A mãe perguntou o que havia acontecido, e ele respondeu que tinha contado um segredo para as meninas, que não podia contar para o seu melhor amigo. A artista insistiu com o filho: "Você gosta dele e está com vergonha que as pessoas descubram?". De maneira direta e espontânea, ele respondeu: "Não tenho vergonha dos outros não, mãe. Só não quero que ele saiba".
Ainda esperançosa que vá conseguir fazer o mural durante o mês do orgulho LGBT, em junho, RafaMon conta que já recebeu inúmeras mensagens de outras mães dizendo que seu trabalho ajudou a quebrar os preconceitos que elas tinham com seus próprios filhos. Para a artista, isso é tudo o que sempre quis:
— Quero mobilizar as pessoas com a minha arte — disse ela. — Eu espero que meu filho possa ter uma vida de adolescente normal. Que ele possa namorar os "crushes" dele na rua sem nenhum tipo de problema. No final, toda mãe espera que seu filho possa ser feliz


O Globo




A falta de denúncia por parte dos padres e bispos e falta de formação doutrinária e moral básicas dos fiéis possibilitou que o mal avançasse sem muita resistência.
Hoje, há um número maior de pessoas que têm se despertado para o mal que a Rede Globo e emissoras semelhantes foram e são para nosso povo e nossas famílias, mas ainda estamos muito longe da liberação da grande maioria que não quer sair dessa “Matrix”.
Que Deus tenha misericórdia de seu povo e lhe dê santos pastores e profetas para desperta-lo, pois o caos já está instalado e o inferno vai se enchendo sempre mais.


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