A pergunta que não quer calar: Bolsonaro é realmente Católico? - Front catolico

A pergunta que não quer calar: Bolsonaro é realmente Católico?







AFINAL BOLSONARO É CATÓLICO?
Muitos questionam o fato do atual presidente do Brasil se declarar católico, mas que, na prática, vive algumas práticas condenadas pelo catolicismo, por exemplo viver um casamento de segunda união, não frequentar missas regulares, e marca presença em eventos protestantes acompanhando sua esposa. Afinal, ele é ou não católico?


A resposta dessa pergunta é fácil: Bolsonaro é um Católico de IBGE… Como a maioria dos católicos no Brasil.
Agora, certamente, surgirão pessoas com o seguinte questionamento: “Mas o que seria um católico de IBGE?”


Desde 1940, quando era estimado que quase 100% da população era católica (como vemos no gráfico do final da página), muita coisa mudou. A Igreja Católica perdeu espaço para protestantes, assim como outras denominações religiosas. Mesmo assim, atualmente mais de 60% dos brasileiros se declaram católicos. Porém, como poderemos ver mais abaixo, nem todo aquele que se diz católico, age realmente como católico. Vamos analisar algumas estimativas:
No Brasil, aproximadamente 85% da população se diz cristã. Sendo aproximadamente 65% de católicos.
Agora, se observarmos entre os católicos, apenas 5% dos que se declaram católicos frequentam a missa todos os domingos. (que é um dos mais importantes mandamentos)
Desses 5% que vão à missa todo domingo, muitos vivem de forma irregular, ou seja, fora da graça de Deus, o que significa que não podem receber a comunhão enquanto não regularizarem esta situação, muitas vezes sendo necessário uma drástica mudança de atitudes acompanhada da confissão sacramental.

Alguns exemplos de irregularidades graves, frequentes entre católicos: Casais que vivem juntos sem serem casados, ou um casamento de segunda união… namoro indecente… filiação a partidos comunistas… defender o aborto ou ideologia de gênero… vivência da prática homossexual… Não se confessar periodicamente (a igreja recomenda que a confissão seja feita com frequência, ou seja, uma vez por mês), etc…
Na pratica, fica abaixo de 1% o número daqueles que frequentam a missa todos os domingos e que buscam a confissão sacramental com frequência e vivem na graça de Deus, observando os mandamentos e a doutrina da santa Igreja.
Com base nisso, é possível estimar que mais de 95% dos católicos no Brasil vivem em estado de pecado mortal sem se preocuparem com a própria salvação.
Qualquer pecado grave nos faz perder a graça de Deus e nos torna merecedores do inferno. Por exemplo:


– faltar missas dominicais ou de preceito por preguiça e/ou comodismo;
– ter ódio do próximo;
– frequentar falsas doutrinas;
– viver em situação de adultério (amasiamento, segunda união), prática sexual fora do matrimônio, pornografia e masturbação, frequentar ambientes gravemente pecaminosos (boates, discotecas, carnavais, bailes funks, festas raves, etc.);
– evitar filhos por meios artificiais;
– abortar ou apoiar o aborto;
– ingressar, apoiar ou votar em partidos ou organizações de cunho socialista/comunista ou que defendem o aborto e a ideologia de gênero;
– prejudicar o próximo com calúnias e difamações;
– etc, etc, etc… a lista é grande…
(É sempre útil recordar que um pecado para ser grave, além da matéria grave, necessita que se tenha conhecimento de causa e vontade deliberada. Para entender melhor sobre pecado mortal, leia este artigo.)


Enfim, podemos chegar à conclusão que Bolsonaro se declara católico, mas em muitos pontos ele não pensa e nem tem atitudes de católico! Ele provavelmente é só mais uma pessoa que se declara católica mas que na prática acredita que todas as religiões são boas… Que placa de igreja não salva ninguém… Que o que importa é o amor… Etc., o que difere daquilo que ensina a doutrina da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
De qualquer forma, no cenário atual do país, em que os outros candidatos não chegavam nem perto de serem razoáveis, a escolha dele foi sensata, pois ele defende pontos importantes relacionados à moral cristã, como a defesa da família e da vida.

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