Padre é assaltado e abandonado em canavial - Front catolico

Padre é assaltado e abandonado em canavial




 

Além do religioso, um motorista de transporte coletivo também foi levado. Os dois viveram momentos de terror num local deserto em Rio Largo
Abril 10, 2019 às 09:28 -
Padre foi abandonado em canavial. Foto: TV Ponta Verde
Um padre de Satuba e um motorista de transporte coletivo viveram momentos de terror durante um assalto na madrugada desta quarta-feira (10). Eles foram feitos reféns por quatro homens e ficaram sob a mira de armas de fogo, enquanto eram levados para um canavial, em Rio Largo, Região Metropolitana de Maceió. No local, eles foram obrigados a empurrar o carro, que ficou preso na lama durante a fuga dos assaltantes.


De acordo com as vítimas, os criminosos renderam o motorista de ônibus, que estava em seu carro particular, no bairro do Clima Bom, parte alta de Maceió. Ele foi levado para Satuba no veículo sob ameaças. Segundo o trabalhador, ao chegarem em Satuba, eles abandonaram o automóvel no estacionamento da igreja e, em seguida, abordaram o padre que saía da paróquia.
O sacerdote, que está há pouco tempo na cidade, foi colocado em seu carro, junto com o motorista de ônibus. Os dois foram levados para um canavial, próximo ao conjunto Jarbas Oiticica, na Mata do Rolo, em Rio Largo. Segundo as vítimas, toda a viagem foi feita sob ameaças. Os assaltantes queriam dinheiro, mas os dois alegavam que não tinham.


No canavial, durante a fuga dos criminosos, o carro ficou preso na lama e, por isso, padre e motorista foram obrigados a descer do veículo e empurrá-lo. Somente depois de conseguirem tirar o carro é que as vítimas foram liberadas. Antes de fugirem, os homens ainda orientaram por qual direção os dois deveriam seguir. Segundo o padre, eles disseram que se os dois seguissem por dez minutos, chegariam na estrada e poderiam pedir ajuda.
O carro do religioso e os documentos das vítimas foram levados. Nenhum material foi encontrado. Sujos de lama, os dois foram até a Central de Flagrantes I para registrar o Boletim de Ocorrência (BO), mas ninguém foi preso.

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