Fiéis choram após imagem de santa ser destruída por vândalos em Palmas - Front catolico

Fiéis choram após imagem de santa ser destruída por vândalos em Palmas





A Ordem dos Ministros Evangélicos de Palmas repudiou a ação.
Igreja acredita que possa se tratar de uma caso de intolerância religiosa.


Fiéis choraram após a imagem de da Nossa Senhora ter sido destruída em um ato de vandalismo neste domingo (18), em Palmas. Na tarde desta segunda-feira (19), eles se reuniram na Praça Nossa Senhora de Fátima – Via Sacra, onde a imagem ficava e cantaram músicas religiosas. A Ordem dos Ministros Evangélicos de Palmas (OMEP) emitiu nota repudiando a ação. Policia Civil e Polícia Federal investigam o caso. (Veja o vídeo)




Para o pároco do Santuário Nossa Senhora de Fátima, Jozinaldo Filomeno, a ação pode ser um caso de intolerância religiosa. "Estou rezando e pedindo muito a Deus que não seja ato de intolerância religiosa. Pior do que ver a imagem quebrada, seria saber que é intolerância religiosa. Mas eu acho que é intolerância religiosa ou vandalismo", diz.



O paróco lamentou a ação Eu estou muito triste, desde cedo estou lamentando, mas agora estamos em oração pedindo que Deus tenha misericórdia e perdoe quem realmente fez isso e que essa pessoa se dê conta da agressão que fez."
Em nota, a prefeitura de Palmas disse que a imagem foi derrubada por galhos, mas a explicação não convenceu fiéis. "Não convence porque um galho caindo não vai colocar a imagem em um local e outra imagem em outra jogar as mãos de nossa senhora para outro lado. O rosto de maria foi coberto inteiramente com lama e um vaso tirado de onde estava Nossa Senhora, um vento não faz isso", diz o diácono José Antônio.


Em nota, o arcebispo de Palmas, Dom Pedro Brito repudiou a ação. "Repudiamos, com veemência, todo tipo de proselitismo, de fundamentalismo, de vandalismo, de intolerância e de revanchismo. Somos, de fato, a favor do diálogo, do respeito, da tolerância e da ajuda mútua entre as Igrejas. Somos, enfim, contrários ao ódio, à vingança e à guerra de religião. Tais atitudes em nada contribuem para o aprimoramento das relações intereclesiais e nem para a construção do Reino de Deus aqui na terra."
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