Católicos e evangélicos rezam pelas vítimas de massacre - Front catolico

Católicos e evangélicos rezam pelas vítimas de massacre





Local do massacre em Ogossagou 

Mali: católicos e evangélicos rezam pelas vítimas de Ogossagou



Os bispos do Mali junto com comunidade evangélica enviaram uma mensagem de pesar à nação, ao presidente da República e ao ministro de Assuntos Religiosos, pelo massacre ocorrido no povoado de Ogossagou.
Cidade do Vaticano
O secretário-geral da Conferência Episcopal do Mali, pe. Alexandre Denou, disse à Agência Fides que no próximo domingo (31/03), serão feitas no país “orações pelas vítimas, feridos e seus familiares, e pela paz no Mali”.
No Angelus do último domingo (24/03), o Papa Francisco convidou a rezar pelas “numerosas vítimas dos últimos atentados desumanos ocorridos na Nigéria e no Mali”.

Conflito entre caçadores e criadores de gado

No domingo passado, pelos menos 160 pessoas da etnia peul morreram no povoado de Ogossagou, centro do país. “O crime foi atribuído aos caçadores da etnia bambara, conhecidos como donzos ou a pessoas vestidas como eles”, frisou o sacerdote.


Os donzos são uma confraria de caçadores. “A caça não é o trabalho que lhes dá o sustento. Na maioria dos casos os donzos são agricultores que se reúnem nessa confraria para caçar e criar grupos de autodefesa”, explicou pe. Alexandre.
Os membros da etnia peul são uma população de criadores de gado  que muitas vezes entram em conflito com os agricultores pela divisão de terras e fontes de água.

Católicos e evangélicos promovem a paz

O Mali, que teve de enfrentar a tentativa de secessão no norte, onde assolam os grupos jihadistas, vive numa situação de grande insegurança.
“No domingo passado, como Igreja, rezamos pelas vítimas do massacre de Dioura”, recordou o pe. Alexandre. No domingo, 17 de março, no ataque contra a base militar de Dioura, vinte e três soldados malineses morreram. O ataque foi perpetrado por um grupo ligado a Al Qaida.
“As Igrejas católica e evangélica estão trabalhando para promover a paz, e juntos nos dirigimos à nação para que prevaleça a concórdia e não a divisão”, concluiu o sacerdote.

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