URGENTE:Jean Wyllys não assumirá mandato de deputado federal - Front catolico

URGENTE:Jean Wyllys não assumirá mandato de deputado federal






Jean Wyllys, deputado federal pelo PSOL-RJ, tem sido uma figura marcante na política brasileira e desafeto número um de cristãos
Homossexual assumido, o deputado se envolve com frequência, em debates que acabam contrastando com os interesses da família, o que o tornou alvo constante da direita

É dele o PL 882/2015, que visa regulamentar a interrupção voluntária da gravidez na rede pública através do SUS, e também, da rede privada de saúde
Esse projeto visa não apenas liberar o aborto, mas propõe que o governo pague por ele.
Também é dele o PL 5120/2013, que propões alterar o Código Civil para reconhecer o casamento civil e a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

A assessoria do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) informou nesta quinta-feira (24) que o parlamentar não tomará posse para o novo mandato.
Ao G1, a assessoria de Jean Wyllys informou que ele tem recebido ameaças e, por isso, decidiu não assumir o terceiro mandato parlamentar. A posse dos deputados federais eleitos está marcada para 1º de fevereiro. Jean Wyllys recebeu 24.295 votos na eleição de outubro.



Em uma rede social, Jean Wyllys publicou nesta quarta: "Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé!"
De acordo com a Secretaria-Geral da Câmara, o suplente de Jean Wyllys é o vereador carioca David Miranda (PSOL-RJ).
Mais cedo, nesta quinta, Jean Wyllys concedeu entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" na qual informou que está no exterior e não pretende voltar ao Brasil. Na entrevista, o deputado diz que tem sofrido ameaças de morte.
"O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: 'Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis'. E é isso: eu não quero me sacrificar", disse Jean Wyllys à "Folha".


Ainda ao jornal, Jean Wyllys disse que o PSOL, partido ao qual é filiado, reconhece que ele se tornou um "alvo" e apoiou a decisão dele de não retornar ao Brasil.
Ao G1, a assessoria de Jean Wyllys afirmou que há uma campanha "muito pesada" contra o deputado, que dissemina conteúdo falso sobre ele na internet o associando, por exemplo, à pedofilia, ao casamento de adultos com crianças e à mudança de sexo de crianças.



Fonte:G1

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