PADRE DENUNCIA QUE É ASSEDIADO POR UMA MULHER E PEDE AJUDA DA COMUNIDADE - Front catolico

PADRE DENUNCIA QUE É ASSEDIADO POR UMA MULHER E PEDE AJUDA DA COMUNIDADE





PADRE ASSEDIADO

Do alto do altar, um sacerdote queixou-se à sua comunidade de ser perseguido por uma paroquiana 17 anos mais velha. 



A cena passou-se num domingo, durante a missa das 10 horas que decorria numa igreja de Guimarães. No final da Eucaristia, o padre José Silvino contou aos seus paroquianos como é que há sete anos é vítima da perseguição persistente e quase diária por uma paroquiana.

Muito estimado em Guimarães, o sacerdote desabafou que não tem sossego desde então e que todos os seus passos são seguidos por essa mulher de 66 anos, que terá desenvolvido uma espécie de obsessão pela pessoa e pela vida do presbítero.decidiu que irá denunciar à Justiça que é vítima de assédio de uma mulher de 66 anos há sete anos. “Vou mesmo apresentar queixa, é preciso resolver isto por meios legais”, sublinha.
A mulher, segundo o jornal “Correio da Manhã”, “segue todos os passos do sacerdote”. O padre frisa que “a situação mantém-se igual. Nada muda, mesmo depois do comunicado que fizemos para todos os fiéis”. Ele tem 49 anos. Mas, mesmo denunciada publicamente, a mulher não desiste. Quer o padre para chamar de seu e não aceita um “não” como resposta. Está apaixonada.
A mãe do padre, exaltada, à porta da igreja, disse: “O meu filho tem sofrido muito por causa desta mulher”. Um advogado da Igreja está examinado o caso e vai fazer uma denúncia “por perseguição e assédio”.
Surpresa e mais perseguições
Perante o relato do sacerdote, a surpresa dos fiéis provocou, primeiro, um enorme silêncio, depois, comentários à boca pequena, até terminar a cerimónia. Já fora do templo, a perseguição e assédio ao senhor padre tomaram conta dos comentários entre os paroquianos. Mesmo depois da divulgação feita à comunidade no final da Eucaristia, a perseguidora continua a não se coibir de continuar a assistir às missas diárias que o padre José Silvino celebra às 10 h. O padre continuará a ser alvo das esperas da senhora, feitas à porta da basílica.


Silêncio
Embora não seja o pároco de Oliveira do Castelo, o padre celebra todos os dias na basílica de São Pedro do Toural. Contactado, e apesar de ter confirmado que várias vezes se apercebeu de estar a ser seguido e da presença da mulher no largo do Toural, o sacerdote recusou-se a dar pormenores sobre o caso. “Não vai adiantar de nada”, desabafou. Contudo, o padre afirmou ir agora apresentar queixa desta situação ao Ministério Público.
O padre
José Silvino de Magalhães Araújo tem 49 anos e é natural de Santa Senhorinha, em Cabeceiras de Basto. Entrou para o seminário aos 11 anos e foi ordenado em 1992. Durante 16 anos foi pároco de Rendufe, Atães e S. Cosme e S. Damião de Lobeira, no Arciprestado de Guimarães e Vizela. Em 2008 foi nomeado capelão do Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães, acumulando a capelania da basílica de S. Pedro do Toural. Actualmente é vigário da paroquia de São Sebastião, capelão do Hospital da Senhora da Oliveira, Arciprestado de Guimarães e Vizela. Desde 2015 é Coordenador do Serviço Arquidiocesano da Assistência Espiritual e Religiosa dos Hospitais.
Um padre de Guimarães está a ser perseguido por uma mulher 17 anos mais velha e, no passado domingo,

viu-se obrigado a pedir ajuda aos fiéis da basílica de São Pedro do Toural, mesmo no centro da Cidade Berço. A perse- guição dura há mais de sete anos. O sacerdote atingiu o ponto de saturação e decidiu tomar medidas drásticas. José Silvino de Magalhães Araújo, de 49 anos, comunicou aos fiéis, que frequentam a missa das 10h00 da basílica vimaranense, o drama que tem vivido – todos os passos que dá são seguidos por uma mulher, de 66 anos, frequentadora assídua daquela capelania urbana e que desenvolveu uma espécie de obsessão pela pessoa e pela vida do presbítero.Padre perseguido por mulher Video Padre perseguido por mulher Segue-o na rua e faz esperas. O CM contactou o padre José Silvino que, apesar de ter confirmado que várias vezes se apercebe de estar a ser seguido e da presença desta mulher no largo do Toural, mesmo em frente à basílica, se recusou a dar mais pormenores sobre o caso. "Se eu acreditasse que isso me ajudaria a ficar livre da senhora, fá-lo-ia, mas sei que não vai adiantar de nada", desabafou o sacerdote, que é também o capelão do hospital de Guimarães e o coordenador arquidiocesano dos capelães hospitalares.

Ao que o Correio da Manhã apurou, mesmo depois da divulgação do caso, feita no final da eucaristia em frente a toda a comunidade, a perseguidora continua a não se coibir de continuar a assistir às missas diárias que o padre Silvino celebra às 10h00. Embora não seja o pároco de Oliveira do Castelo, o padre José Silvino Araújo celebra todos os dias na basílica de São Pedro do Toural. O próximo passo do pároco será apresentar uma queixa ao Ministério Público, no Tribunal de Guimarães, na expectativa de que seja aplicada à mulher uma medida que a impeça de se aproximar do sacerdote, acabando de vez com o "pesadelo" que tem vivido.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/padre_perseguido_por_mulher_pede_ajuda_a_fieis
Um padre de Guimarães está a ser perseguido por uma mulher 17 anos mais velha e, no passado domingo, viu-se obrigado a pedir ajuda aos fiéis da basílica de São Pedro do Toural, mesmo no centro da Cidade Berço. A perse- guição dura há mais de sete anos. O sacerdote atingiu o ponto de saturação e decidiu tomar medidas drásticas. José Silvino de Magalhães Araújo, de 49 anos, comunicou aos fiéis, que frequentam a missa das 10h00 da basílica vimaranense, o drama que tem vivido – todos os passos que dá são seguidos por uma mulher, de 66 anos, frequentadora assídua daquela capelania urbana e que desenvolveu uma espécie de obsessão pela pessoa e pela vida do presbítero. Padre perseguido por mulher Video Padre perseguido por mulher Segue-o na rua e faz esperas. O CM contactou o padre José Silvino que, apesar de ter confirmado que várias vezes se apercebe de estar a ser seguido e da presença desta mulher no largo do Toural, mesmo em frente à basílica,

se recusou a dar mais pormenores sobre o caso.

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