Pe Fábio de Melo nega ser autor de texto contra ideologia de gênero e abusos do movimento gay - Front catolico

Pe Fábio de Melo nega ser autor de texto contra ideologia de gênero e abusos do movimento gay






padre Fábio de Melo negou novamente a autoria de um texto que voltou a circular nas redes sociais, após causar repercussão na web no final do ano passado, no qual o religioso supostamente fazia duras críticas ao modelo de sociedade atual, e declarações polêmicas a respeito dos transgêneros, apoio à cura gay, homossexualidade e a Síndrome de Pânico da qual ele sofre.


Questionado por um seguidor no Twitter, o religioso voltou a desmentir ser o autor: “Não, não escrevi este texto. Tudo o que escrevo posto aqui ou no meu Instagram. Há muitas páginas usando meu nome.Tb não é meu o áudio que estão compartilhando em grupos de WhatsApp e que também já atribuíram tb ao Pe Marcelo Rossi”, declarou.
“Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja. Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos”, começa o texto.



“Querem que os homens se tornem ‘frágeis’ e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes”, acrescenta.

“Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo. Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime.”


“Ser à favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão. Isso é doença mental, uma esquizofrenia social. Bem pior do que a síndrome que eu passei…”, finaliza o texto.

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